OS PAIS DO ANO DE 2025.

OS PAIS DO ANO DE 2025.

Por Marilene Guzella Martins Lemos

Nesta data todos eles estão de parabéns! Parabéns àquele jovem – alguns nem tanto – que lá vão empurrando o carrinho do bebê ou carregando o filhote no peito ao estilo canguru. De tênis ou havaianas, lá vão eles de bonezinho ao contrário e com braços e pernas cobertos por tatuagens.

Talvez com visual mais tradicional merecem palmas os pais de adolescentes que vivem a fase sofrida de lidar com a turma consumista, insegura, hormônios à flor da pele, principalmente ansiosa para se encaixar dentro de um rótulo que eles mesmos nem sabem qual é.

Depois vêm os pais daqueles que já encontraram seu rumo, mas se recusam a levantar voo, numa dependência prolongada pelos mestrados e doutorados.

No domingo em que a data é comemorada é comum ver-se nos restaurantes uma cena icônica: uma mesa enorme composta de homens e mulheres de meia idade e outros em todas as numerações a partir do zero. Na cabeceira está sentado o homenageado que chegou amparado num andador ou de cadeira de rodas. Muitas e muitas palmas para ele.

Não posso deixar de citar a cena que se tornou comum em restaurantes, não só no Dia dos Pais como nos fins de semana. Aquele pai com os filhos que vê só de 15 em 15 dias, numa relação que vai se distanciando.

Impossível deixar de traçar um paralelo entre o velho senhor e o pai de fim de semana. Aquele tradicional pai de família numerosa, um dos últimos espécimes, imagina-se que tenha trilhado satisfatoriamente aquelas fases da vida que a Antroposofia (estuda a caminhada física e espiritual do ser humano) tão bem definiu, dividindo os anos vividos em ciclos de sete anos, sendo que cada ciclo constrói as bases para bem vivenciar as etapas seguintes. Conclui-se que aquele homem chegou ao último setênio na condição do sábio que colheu nos setênios anteriores um cabedal de vivência e conhecimento podendo dizer: combati o bom combate.

Nesta teoria dos setênios, o austríaco Rudolf Steiner, seu criador, lança uma questão: porque existe tanto velho egoísta, rabugento, alcoólatra? Segundo a teoria, depois dos 70 o homem se torna um sábio ou um chato, dependendo se vivenciou bem e aprendeu nos setênios anteriores. Intuitivamente sabemos disso, ele o transformou num axioma.

Quanto ao pai de fim de semana, ele e os filhos são vítimas da modernidade, seja ele carente da presença dos filhos ou os torne carentes de sua presença.

Não sem razão uma nova lei cobra desses pais, além da pensão alimentícia, assistência afetiva. O que parece absurdo é essa mendicância de amor.

Infelizmente o que mais se vê é a falta de referência masculina em muitos jovens de hoje, justamente porque a maternidade é mais forte quando o pai desaparece. Desde o final de século passado enfrentamos uma crise de identidade masculina, uma falta de referência, modelo, fenômeno que atinge a sociedade em geral.

Assistimos a ruptura da família tradicional. O pai fraco ou ausente mutila a capacidade dos filhos de conquistar e de se relacionar de forma íntima e positiva com pessoas de ambos os sexos.

Sociedades muito antigas sacralizavam bem o papel de cada sexo através de cerimônias e celebrações, os Ritos de Passagem, mas evoluiu para um patriarcado opressor.

A modernidade procura um equilíbrio. A meta seria ambos influindo positivamente na formação das novas gerações.

Essa data comemorativa leva a reflexões. Não é fácil ser pai ou mãe. Erra-se e acerta-se.

Contudo, o dia é de festa!

Palmas para todos os pais.

 

Ataualpa P. Dos Reis

Feliz Dia dos Pais, Dr. Ataualpa!

OS PAIS DO ANO DE 2025.Homenagem aos genitores é dia de celebrar aqueles que fazem a diferença com amor, dedicação e exemplo. E entre tantos pais incríveis, temos a honra de homenagear um homem especial: Dr. Ataualpa.

Mais do que um médico dedicado, ele é um pai presente, um verdadeiro parceiro de vida e um exemplo de equilíbrio entre carreira e família. Seu cuidado vai além dos consultórios — se reflete no carinho, no sorriso e na força com que conduz sua jornada como pai.

Nos momentos de folga, troca o jaleco pela raquete e mostra que no tênis também é craque. Em quadra ou fora dela, ele demonstra garra, leveza e alegria. Um homem feliz, realizado e admirado por todos que têm o privilégio de conviver com ele.

Neste Dia dos Pais, deixamos aqui nossa admiração e gratidão por tudo que você representa. Que sua vida continue sendo esse lindo exemplo de amor, saúde, alegria e realização.

Parabéns, Dr. Ataualpa!
Você é inspiração.

Por seus filhos: Fred, Cris, Patty e Lily

OS PAIS DO ANO DE 2025.

Navantino Alves Filho

Por: Maria Elvira S. Ferreira

OS PAIS DO ANO DE 2025.Venho aqui dizer que a paternidade pode ser analisada sob vários aspectos. Querem saber? Que tal homenagearmos um grande pai que não concebeu os filhos seus, mas cuidou intimamente de mais de 100.000 crianças? Foi, de certa maneira, pai delas todas, salvando inclusive a vida de muitas. Como pediatra, com 60 anos de atividades em Belo Horizonte, tem incríveis histórias para contar. Falo do Dr. Navantino Alves Filho ; nascido em 1939 em BH .

Filho do primeiro pediatra da cidade, Dr. Navantino Alves, criador do primeiro serviço de pediatria da Santa Casa de Misericórdia . Nosso pai aqui homenageado pertence, portanto, a uma verdadeira “ estirpe “ de médicos dedicados: pediatras de três gerações. O pai, o velho Navantino Alves; os filhos, José Mariano Alves, 14 anos mais velho que Tininho já falecido , o caçula Dr. Navantino Alves Filho, ( Tininho ) ; e o neto, José Mariano Alves Júnior, ( o Marianinho ) que hoje dirige o CTI dos recém-nascidos da Santa Casa — serviço de Neonatologia .

A carreira de Navantino Alves Filho, o Tininho, é muito bonita. Passou algum tempo no Hospital for Sick Children, em Toronto, no Canadá. Foi presidente da Sociedade Mineira de Pediatria, quando recebeu a visita do ilustre Dr. Albert Sabin, Prêmio Nobel da Medicina, e presidiu a importante Sociedade Brasileira de Pediatria, comandando ou apoiando campanhas nacionais memoráveis como a do soro caseiro, a do parto normal, a do aleitamento materno e a da Criança Esperança, no seu nascedouro.

Navantino é um pesquisador nato, professor titular da Faculdade de Ciências Médicas, formador de centenas de pediatras mineiros e escritor de várias obras referenciais para a Neonatologia — inclusive a história da Neonatologia em parceria com sua querida e falecida esposa, Professora Júnia de Castro Magalhães Alves. Grande incentivadora de toda sua carreira e atividades, notável mestra de inglês e literatura inglesa, como prima, mas, mais que tudo, grande admiradora do Tininho.

Sinto-me gratificada de poder falar sobre este homem notável na sua área, que, para mim, é um pai das crianças de BH. Nota 10.

Bernardo Álvares da Silva (In Memoriam)

OS PAIS DO ANO DE 2025.Bernardo nasceu em 20 de agosto de 1925, portanto este ano comemoramos o centenário de seu nascimento. Um pai sábio ensina pelo exemplo de vida, pela integridade e pela dedicação ao trabalho e à família. Nosso pai sempre se preocupou com nosso bem-estar e formação, suprindo o que fosse necessário para nos proporcionar a melhor educação. Com Maria José Capanema, companheira dedicada que esteve a seu lado em todas as vicissitudes da vida, tiveram cinco filhos: Silvania, Humberto, Eduardo, Fernando e Lúcia.

Bernardo foi um homem de grande visão estratégica, sempre à frente do seu tempo. Depois de tornar-se conhecido como editor de revistas e livros jurídicos, trouxe modernidade para um setor da maior importância no desenvolvimento do país: a educação dos jovens. A geração de brasileiros que fez o curso secundário entre 1965 e 1985 deve lembrar-se dos muitos livros que traziam na capa “Editora Bernardo Álvares”. O lançamento de livros didáticos, primorosos no conteúdo e na apresentação, adotados em escolas de todo o país, revolucionou o ensino brasileiro. Em uma segunda etapa profissional, notando que Belo Horizonte precisava crescer o comércio e os serviços além do velho centro, foi pioneiro ao construir o primeiro prédio comercial de porte na Savassi, na esquina de Av. Getúlio Vargas com R. Antônio de Albuquerque, dando início ao “boom” dos anos 80’ na região.

À parte da dedicação ao trabalho, Bernardo tinha paixão por música erudita, tornando-se grande conhecedor. Desde sua primeira viagem à Europa, para conhecer as novidades da indústria gráfica, tornou-se um viajante assíduo em um tempo que não existiam as facilidades do turismo atual, chegando a conhecer mais de oitenta países entre 1966 e 1985, quando partiu para a eternidade. Deixou um belo exemplo de vida e eterna saudade.

 

Paulinho Solmucci

OS PAIS DO ANO DE 2025.A Jornada do Amor que se Multiplica: De Pai a Avô

Ser pai sempre foi a aventura da minha vida. Com minha filha, descobri um amor delicado e firme, uma menina cheia de imaginação e energia que me ensinou a olhar o mundo com ternura. Depois veio meu filho, com energia vibrante e uma curiosidade sem limites. Crescemos juntos entre risadas, desafios e descobertas cotidianas.

Nada disso teria sido possível sem a Raquel, minha esposa e mãe deles: minha parceira de vida, de sonhos e de criação. Com sua presença e força, ela foi o alicerce invisível e essencial que sustentou cada passo dessa caminhada. Juntos, formamos um lar onde o amor sempre teve espaço para crescer.

Esta jornada de aprendizado em torno da paternidade começa com o exemplo de meu pai, uma referência silenciosa e poderosa que me mostrou, na prática, o que é ser pai. Com sua paciência, dedicação e valores firmes, ele me ensinou, sem muitas palavras, a importância da presença, do respeito e da responsabilidade. Muito do homem e do pai que me tornei carrego dele e, por isso, também é dele esse legado que hoje vejo florescer.

Ver os dois trilhando seus próprios caminhos, tornando-se adultos com força e propósito, já era recompensa suficiente. Mas a vida, generosa como é, ainda me surpreendeu com algo maior: a chegada dos meus netos.

Ser avô é diferente, é viver o amor com leveza, saborear o tempo sem pressa, reviver lembranças nos olhos curiosos dos pequenos. Hoje, entendo que o amor não se divide: ele se multiplica. E esse legado é, sem dúvida, a maior herança que posso deixar.

Flávio Geo

OS PAIS DO ANO DE 2025.A Paternidade é uma viagem de aprendizado e expectativas futuras

No Dia dos Pais, é uma honra poder compartilhar um pouco sobre minha experiência como pai e como a paternidade se entrelaça com as viagens que realizo com minha família. Sou Flávio Geo, um apaixonado por explorar o mundo e acredito que cada viagem é uma oportunidade única de aprendizado e conexão.

Viajar com meus filhos desde cedo tem sido uma prioridade em nossa família. Não apenas pela diversão, mas pelo valor imensurável que essas experiências trazem para o desenvolvimento deles. Ao conhecer novas culturas, tradições e modos de vida, estou ajudando a moldar suas percepções e a instigar o respeito pela diversidade humana. Cada nova paisagem, cada comida exótica e cada interação com pessoas de diferentes origens se torna uma lição de vida.

Acredito que as viagens são um canal essencial para criar uma conexão profunda com o mundo. Elas nos ensinam a sermos mais empáticos, a valorizarmos o que é diferente e a nos tornarmos cidadãos globais. Ao mostrar aos meus filhos a beleza da diversidade, estou contribuindo para que se tornem adultos íntegros, éticos e conscientes de seu papel na sociedade.

Neste Dia dos Pais, tenho ainda mais motivos para celebrar: vou ser avô! Essa nova fase ativa ainda mais a minha vontade de ir além. Agora, não só quero continuar explorando o mundo com meus filhos, mas também desejo compartilhar essas experiências com a nova geração. A expectativa de levar meus netos a novos lugares, apresentá-lo a diferentes culturas e ensiná-lo a importância da curiosidade e do respeito é uma motivação renovada.

Convido todos os pais e avós a refletirem sobre a importância de se conectar com seus filhos e netos através de experiências significativas. Sejam elas uma simples caminhada no parque ou uma aventura em outro país, o que realmente importa é o tempo que passamos juntos e as lições que aprendemos ao longo do caminho. Vamos celebrar a paternidade e a avósidade não apenas como papéis, mas como jornadas contínuas de descobertas e crescimento mútuo.

 

OS PAIS DO ANO DE 2025.

Claudio Augusto Junqueira de Carvalho

OS PAIS DO ANO DE 2025.Quando recebi o convite para falar sobre o que é ser um Pai de Primeira Linha, me senti profundamente honrado. Tive a sorte de crescer com pais maravilhosos e escolher a Luciana para ser a mãe delas, que é muito amorosa e presente. Isso, com certeza, tornou mais natural iniciar minha própria jornada na paternidade.

Quando a Sophia chegou, mansa e cheia de luz, trouxe uma alegria imediata e profunda. Nosso vínculo nasceu naturalmente, numa troca leve, cheia de carinho — uma paixão infinita. Mas foi com a chegada da Bia que compreendi de fato a profundidade do que é o verdadeiro amor. Duas filhas, tão diferentes e ao mesmo tempo tão complementares, que enchem minha vida de orgulho e momentos inesquecíveis. É curioso como personalidades únicas podem despertar no mesmo pai um amor igualmente imenso.

Ao longo dos anos, fui construindo algumas “regras” que tento seguir para ser, de verdade, um Pai Primeira Linha:

  1. Autoconhecimento – Acredito que, quanto mais me conheço, mais posso oferecer uma presença sincera. Não escondo minhas falhas; mostro minhas vulnerabilidades e virtudes, com a humanidade de quem está sempre aprendendo.
  2. Realização pessoal – Busco estar feliz com minhas escolhas, para que minhas filhas não carreguem peso algum das frustrações que, felizmente, são poucas.
  3. Autonomia – Dou espaço para que elas vivam com liberdade e responsabilidade. Estou sempre por perto, pronto para apoiar — mas também para corrigir, quando necessário.
  4. Intensidade – Mostro, com meu exemplo, que a vida deve ser aproveitada. Mesmo com uma agenda apertada como médico, faço questão de viver com plenitude.
  5. Exemplo – Erros fazem parte, mas sempre nos responsabilizamos por eles. Tento ensinar que ser bom não é ser perfeito — é agir com integridade.
  6. Respeito mútuo – Compartilho meus valores e verdades, mas sempre com empatia pelas diferenças geracionais.
  7. Leveza – Valorizo os pequenos momentos, as boas energias, e o prazer de estar junto.
  8. Presença verdadeira – Minhas filhas são meu maior presente. Mais do que estar junto, faço questão de estar inteiro.
  9. Ser atleticano – Elas já nasceram com o sangue preto e branco. São muitas emoções divididas.
  10. Bom humor – Porque a vida, com riso, fica muito mais gostosa.

Viver a paternidade de forma plena é, sem dúvida, o maior presente que a vida me deu. E eu aproveito cada instante. Sophia e Beatriz são os grandes amores da minha vida — e tenho certeza de que elas sabem que podem SEMPRE contar comigo.

  Cláudio Carvalho é oftalmologista especialista em retina e cataratas.  Ex-presidente do Centro Oftalmológico de Minas Gerais.

Por: Bia

OS PAIS DO ANO DE 2025.Eu cresci ouvindo de todos que o meu jeito de ser e viver é igual ao do meu pai, mas apenas depois de muito tempo que eu entendi que esse comentário era um elogio e uma grande responsabilidade. O jeito de ser do meu pai representa ser a pessoa mais honesta, grata, inteligente, esforçada, feliz, humilde, sorridente trabalhadora, companheira, alegre, divertida e prestativa que eu já conheci. O jeito de viver dele sempre foi priorizando ser feliz ao lado de quem te faz feliz e fazendo os outros felizes, ou seja, ele exala felicidade.Ao longo desses 15 anos ao seu lado vi ele ralando muito e se esforçando ao máximo para dar a melhor vida para mim e para a minha irmã.Mesmo com uma carga horária louca de trabalho e com uma agenda lotada de pacientes, eu não vi meu pai uma vez saindo de casa com má vontade ou corpo mole, muito pelo contrário, ele saí com o maior e mais sincero sorriso, o característico sorriso do Claudão.Mesmo depois de sair de um dia lotado de trabalho, ele sempre chega em casa e ouve eu e minha irmã contando sobre o nosso dia, nossos dilemas, nossas piadas que as vezes ele não entende mas ri do mesmo jeito, nossos problemas fúteis de adolescente, e sempre com o sorriso Claudão e os melhores conselhos. Meu pai vai a shoppings e fica horas comigo e com minha irmã ajudando a gente escolher roupa. Vai a apresentações e competições sendo elas de dança ou de judô. É meu grande apoiador nos meus sonhos. Adora que eu leve meus amigos pra fazer um jantar ou uma festa lá em casa. Isso são pequenas coisas do cotidiano que o meu pai faz, mas que só afirma o pai incrível que ele é pra mim e pra minha irmã. Então término esse texto em homenagem ao meu grande exemplo e meu eterno herói, falando que ser igualada a ele é um dos maiores elogios que eu já ganhei e que um dia se eu conseguir ser metade do que ele é eu já serei incrível.

Por: Sophia

Nem sempre percebemos o privilégio que é ter um pai presente e amoroso. O OS PAIS DO ANO DE 2025.meu não é assim, até porque é impossível descrever ele não só como pai, mas como pessoa usando apenas essas duas palavras. Carinhoso, divertido, prestativo, esforçado, inteligente, dedicado, feliz, animado, persistente, paciente, engraçado, parceiro e tantos outros adjetivos que é impossível expressar pelo papel. Crescer com meu pai ao meu lado foi uma das maiores alegrias que eu poderia ter o prazer de vivenciar. Nunca foi um problema pra ele escutar choros e reclamações. Nunca tirou o sorriso do rosto enquanto opinava na roupa que eu queria usar. Quando paro para pensar na minha infância lembro das mil e uma risadas que ele foi o responsável e todas as brincadeiras que ele não pensava duas vezes antes de se juntar a mim. Paro para pensar no exemplo que tenho de um profissional incrível e um médico que realmente se importa com seu trabalho. Cresci com exemplo de dedicação e esforço por conta dele e hoje em dia corro atrás dos meus senhos com ele me guiando sempre. Costumo dizer que muitas pessoas têm o prazer de conhecer o dr. Claudio ou o Claudão, mas são apenas duas que tem a oportunidade de conhecer o pai. Só pai. Até porque ele é único e não precisa ser identificado pelo nome quando veste sua camisa de “homem mais forte do mundo”. Já posso ter crescido e começado a traçar meus próprios caminhos, mas nunca conseguiria chegar aqui sem seu bom humor matinal, suas músicas para dormir e abraços apertados demais. Somos muito diferentes, mas ainda sou e vou sempre ser “Sophia do Claudão”.

OS PAIS DO ANO DE 2025.

2 thoughts on “OS PAIS DO ANO DE 2025.

  • 8 de agosto de 2025 em 10:57
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    Soy amiga e admiradora do Dr.Navantino Alves, Dr. Ataualpa foi colega de meu marido, também pediatra, que nos deixou muito cedo: , esposa e cinco filhos

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